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Mostrando postagens de dezembro, 2016

Boato: Nasa prevê 6 dias de escuridão completa no mundo.

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- Cara, a Terra passará por um período de 6 dias de escuridão! - Ah é? Esqueceram de pagar a conta? - É sério, cara! A NASA confirmou! É uma tempestade solar, tem um site falando sobre isso! A tempestade vai lançar uma grande nuvem de poeira sobre a Terra, causando uma escuridão que vai durar seis dias! Não vai ser o fim do mundo, mas vai causar medo, terror e o caos! A NASA falou, pode acreditar... Pois é, essa história está se alastrando pelas redes sociais principalmente e algumas pessoas já me procuraram para saber do que se trata. Em uma palavra: lixo! Primeiro aos fatos. Talvez esse boato tenha sido re-requentado por causa de uma notícia, verdadeira, a respeito do Sol. Por esses dias, foi muito comentado o surgimento de uma gigantesca mancha solar. As manchas solares são região ativas do Sol e podem proporcionar eventos violentos, como eventos rápidos e violentos de alta energia e CMEs, mas em nenhum dos casos há formação ou ejeção de poeira. Uma região ativa como nas manc...

Nasa lança oito satélites para medir potência de furacões com precisão

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Nota de atualização — outubro de 2026: lançada em dezembro de 2016, a missão CYGNSS foi além de seu objetivo inicial de estudar ventos em tempestades tropicais. Seus dados também são usados em pesquisas sobre umidade do solo e inundações. Em fevereiro de 2026, a equipe da missão informou que a NASA havia aberto uma solicitação para que parceiros assumissem parte ou todas as operações. A atualização disponível previa a divulgação dos resultados na primavera de 2026, mas não registrava o desfecho do processo. Em 15 de dezembro de 2016, a NASA lançou oito pequenos satélites da missão CYGNSS (Cyclone Global Navigation Satellite System). O objetivo era observar com maior frequência os ventos na superfície do oceano, inclusive em regiões internas de ciclones tropicais, onde chuvas intensas dificultam algumas medições feitas por satélites convencionais. Lançamento a partir de um avião Os satélites foram levados por um foguete Pegasus XL preso a um avião L-1011 Stargazer. A ae...

Imagens de Júpiter Feitas Pela Sonda Juno

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Nota de atualização — outubro de 2026: esta matéria apresenta uma imagem histórica de Júpiter feita pela câmera JunoCam em 11 de dezembro de 2016 , durante a terceira passagem próxima da sonda pelo planeta. A referência a oito “pérolas” corresponde à quantidade de ovais brancas visíveis quando a imagem foi publicada; esse número pode variar com o tempo. A imagem feita pela JunoCam , a bordo da sonda Juno, destaca a sétima de oito grandes ovais brancas observadas no hemisfério sul de Júpiter. Essas formações, conhecidas como “colar de pérolas”, são enormes tempestades que giram no sentido anti-horário. A sétima das ovais brancas identificadas pela NASA como parte do “colar de pérolas” de Júpiter. Imagem captada pela JunoCam em 11 de dezembro de 2016. A fotografia foi registrada durante a terceira passagem próxima da Juno por Júpiter. Naquele momento, a sonda estava a cerca de 24.600 quilômetros do planeta. Desde 1986, o número dessas ovais brancas observadas variou ent...

O que é um buraco coronal observado no Sol.

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Normalmente, as ocorrências termofísicas do Sol e suas consequências são de uma magnitude que intriga e confunde cientistas. E o que está acontecendo atualmente não tem sido diferente e tem desafiado a compreensão de especialistas. Correntes de vento solar - partículas carregadas expulsas da atmosfera solar - que podem chegar a uma velocidade de 400 km por segundo, o equivalente a 1,5 milhão de km por hora, têm ocorrido em velocidades duas vezes maiores. Isso se deve aos chamados buracos coronais - fenômeno astronômico que ocorre na coroa (envoltório luminoso) do sol de tempos em tempos - quando os ventos passam a ser muito mais intensos: sua velocidade pode atingir 800 km por segundo. Foi justamente um buraco coronal que o Observatório de Dinâmica Solar da Agência Espacial Americana (Nasa) detectou há alguns dias. Foi captado graças a uma luz ultravioleta particularmente intensa que o olho humano não pode ver. É preto e, na verdad...

Novas Imagens de Saturno by Cassini

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Nota de atualização — outubro de 2026: as imagens desta matéria registram uma etapa histórica da missão Cassini, em dezembro de 2016 . A sonda encerrou sua exploração em 15 de setembro de 2017 , quando mergulhou na atmosfera de Saturno após completar as órbitas finais entre o planeta e seus anéis. Em dezembro de 2016 , a sonda Cassini enviou as primeiras imagens de uma nova fase de sua missão em Saturno. Os registros mostravam o hemisfério norte do planeta e o grande padrão atmosférico hexagonal que circunda seu polo. O hemisfério norte de Saturno e seu padrão atmosférico hexagonal em uma das primeiras imagens da nova fase orbital, captada em dezembro de 2016. A Cassini iniciou as chamadas órbitas rasantes aos anéis em 30 de novembro de 2016. Cada volta durava cerca de uma semana: a sonda passava sobre o hemisfério norte de Saturno e, em seguida, cruzava a região externa dos anéis principais. As câmeras registraram novas vistas do planeta nos dias 2 e 3 de dezembro, ...

Cassini e o primeiro ‘mergulho’ pelos anéis de Saturno

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Nota de atualização — outubro de 2026: o primeiro cruzamento pelo plano dos anéis, em dezembro de 2016 , fez parte das órbitas rasantes da Cassini. Não foi o mergulho final da missão. A sonda completou depois 22 órbitas entre Saturno e seus anéis e terminou a exploração em 15 de setembro de 2017 , entrando na atmosfera do planeta. Em dezembro de 2016, a Cassini iniciou uma nova etapa de sua exploração de Saturno: as chamadas órbitas rasantes aos anéis. No primeiro cruzamento desse tipo, a sonda passou junto à região externa dos anéis principais, sem atravessar a lacuna entre os anéis e o planeta que seria explorada meses depois. Esquema das diferentes trajetórias realizadas pela Cassini na etapa final de sua missão. Órbitas rasantes aos anéis A fase começou em 30 de novembro de 2016. Cada órbita durava cerca de uma semana e levava a Cassini sobre o hemisfério norte de Saturno antes de fazê-la passar pela borda externa dos anéis principais. A sonda realizou 20 dessas...

Vida como não a conhecemos.

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Nota de atualização — outubro de 2026: Quando esta matéria foi publicada, o anúncio de 1.284 novos exoplanetas confirmados pelo telescópio Kepler era um marco. Desde então, o número de exoplanetas confirmados pela NASA ultrapassou 6 mil. Esse crescimento amplia o estudo de outros sistemas planetários, mas ainda não significa que vida fora da Terra tenha sido encontrada: até agora, não há evidência confirmada de vida extraterrestre. A astrobiologia continua investigando onde a vida poderia existir e como reconhecê-la em ambientes diferentes do terrestre. Estar na chamada zona habitável, por si só, não comprova que um planeta tenha vida. Fontes: NASA — exoplanetas ; NASA — astrobiologia ; NASA — perguntas sobre a busca por vida . O telescópio espacial Kepler chegava ao espaço em 2009. Até então, pouco se sabia sobre os chamados planetas extrassolares – aqueles que orbitam outras estrelas. Voltando apenas duas décadas, o número de exoplanetas ...

Estrela Bellatrix de Órion

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Nota de atualização — outubro de 2026: Bellatrix é uma estrela azul-branca da constelação de Órion, também chamada Gamma Orionis. Seus valores de massa, raio e luminosidade são estimativas e podem variar entre as fontes e os modelos usados. Bellatrix marca um dos ombros de Órion e é a terceira estrela mais brilhante da constelação, depois de Rigel e Betelgeuse. Seu nome oficial é Bellatrix, mas ela também é conhecida pela designação Gamma Orionis. A palavra “Bellatrix” vem do latim e costuma ser traduzida como “guerreira”. Bellatrix é uma das estrelas brilhantes que formam o desenho de Órion no céu. Uma estrela azul e muito quente Bellatrix está a aproximadamente 250 anos-luz da Terra. Sua magnitude aparente é de cerca de 1,64, o que a torna visível a olho nu em boas condições de observação. A magnitude aparente descreve o brilho visto da Terra; não é uma medida direta da energia total emitida pela estrela. A estrela tem coloração azul-branca e uma temperatura ...