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Mostrando postagens de fevereiro, 2019

Bramon nosso orgulho

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BRAMON, sigla para Brazilian Meteor Observation Network , ou Rede Brasileira de Observação de Meteoros é é uma instituição científica composta por astrônomos amadores e profissionais cuja missão é desenvolver, promover e disseminar ciência e tecnologia, especialmente o estudo de meteoros: suas origens, natureza e caracterização de suas órbitas. É uma rede colaborativa sem fins lucrativos mantida por voluntários composta por vários operadores e com o objetivo principal de produzir e fornecer dados científicos para a comunidade acadêmica, de forma livre, além de analisar seus registros e de suas redes parceiras, que são realizados por estações de monitoramento. Como objetivos específicos, a rede propõe: 1 - Monitorar e gravar imagens e dados de meteoros; 2 - Catalogar novos radiantes de chuvas de meteoros; 3 - Realizar análises de meteoros gravados através de meios computacionais; 4- Produzir e disseminar conhecimento científico e tecnológico; 5 - Fornecer apoio às inst...

Nasa busca vida no 2º maior satélite do Sistema Solar

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A ideia de que alguma forma de vida possa existir no satélite Titã de Saturno é sugerida por Amanda Hendrix, cientista planetária da NASA encarregada pelo programa de exploração de locais no Sistema Solar onde podem existir oceanos subterrâneos. "Precisamos entender se esses oceanos são habitáveis e, se assim for, se existe vida neles", afirma a cientista resumindo as metas do Ocean Worlds Exploration Program (Programa de Exploração dos Mundos de Oceanos) da NASA, reporta ao Express. O relatório destaca que os especialistas têm evidências explícitas de que este satélite de Saturno, considerado o segundo maior satélite do Sistema Solar, contém massas líquidas estáveis em sua superfície. "Titã é um mundo oceânico único, porque tem um oceano subterrâneo e também tem lagos de hidrocarbonetos líquidos na superfície", destaca a cientista. Embora a especialista afirme que certamente não existem "alienígenas com cabeças verdes nadando por ...

Hayabusa2 realiza pouso para coleta de amostras no asteroide Ryugu

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Atualização — Outubro de 2026 A Hayabusa2 trouxe amostras de Ryugu à Terra A coleta mencionada nesta matéria foi concluída com sucesso. Em 6 de dezembro de 2020 , a missão Hayabusa2 retornou à Terra trazendo material do asteroide Ryugu. A etapa de coleta, que em 2019 ainda estava em andamento, deu lugar à análise das amostras por equipes científicas.  O retorno permitiu estudar em laboratórios terrestres material de um asteroide carbonáceo, ajudando pesquisadores a investigar a composição e a história desses corpos primitivos do Sistema Solar. Fonte: Universidade de Kyushu — informações sobre a missão Hayabusa2 e o retorno das amostras . A Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA) n a noite desta quinta-feira (21), pousou com sucesso no asteroide Ryugu. O processo foi atrasado por várias horas devido à necessidade de averiguar todos os sistemas. Inicialmente, o pouso estava previsto para outubro do ano passado, mas verificou-se que a su...