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Mostrando postagens de junho, 2016

Os Nomes das Estrelas

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Qual a origem dos nomes das estrelas? Na antiguidade, em diferentes civilizações, nomes próprios foram atribuídos às estrelas, principalmente as estrelas mais brilhantes. Mais tarde, com o desenvolvimento da astronomia, outras formas de designar as estrelas foram surgindo. Como tal é importante conhecermos a nomenclatura das estrelas, a origem dos nomes das estrelas, e as diferentes designações que foram surgindo ao longo do tempo. Os nomes das estrelas são fundamentais para os astrónomos, pois com nomes as estrelas podem ser facilmente identificadas. Já na antiguidade as pessoas sentiram necessidade de as identificar e começaram a dar-lhes nomes. Algumas estrelas são conhecidas por nomes próprios, como é o caso de Altair (origem árabe), Prócion (origem grega) ou Antares (origem romana). Os nomes próprios geralmente são utilizados nas estrelas mais brilhantes. O número de estrelas com nomes próprios resumem-se a poucas centenas. Uma forma bastante popul...

Vulcões explosivos em Marte

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A notícia mais recente sobre o Curiosity, é que ele identificou em Marte quantidades significantes de um mineral de silica chamado de tridimita.  A descoberta da tridimita pode levar os cientistas a repensarem a história vulcânica de Marte, sugerindo que o planeta em algum momento teve vulcões explosivos que levaram à formação e a presença do mineral. Uma segunda notícia está relacionada com a descoberta anunciada em 2015 da evidência de água na superfície de Marte, naqueles lineamentos de talude recorrentes, feições que foram identificadas pela câmera HiRISE da sonda MRO. Na época, e até hoje se discute, porque os rovers que lá estão não podem ir até os locais onde foram encontradas evidências de água. A resposta existe, basicamente pelo fato de não terem passado pelos requerimentos para explorar tal ambiente, podendo contaminá-los, além lógico de não fazer parte do escopo da missão. E mudar uma missão assim, não é algo tão fácil. Porém, alguns cientistas da...

Very Large Telescope VLT

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Na reta final para a chegada da sonda Juno à Jupiter, astrônomos divulgaram uma imagem inédita do maior planeta do Sistema Solar. E esta imagem está sendo divulgada como se fora tirada pela Sonda Juno , e isto é uma informação falsa. E nós do '' Clube Astronômico Amador Paraibano' ' (CAAP), na luta contra a má divulgação científica, iremos esclarecer este fato. O objetivo do registro, feito pelo poderoso telescópio VLT (Very Large Telescope), do consórcio internacional ESO (Observatório Europeu do Sul, na sigla em inglês), é criar mapas de alta resolução do gigante gasoso para subsidiar a missão da sonda. A imagem, colorida artificialmente, é resultado da seleção e combinação dos melhores registros obtidos por um equipamento do VLT que consegue estudar a luz infravermelha de objetos celestes. O   Very Large Telescope   ou   VLT   é uma instalação do   European Southern Observatory   - ESO, que consiste na construção e no funcionamento do maior co...

Cor e temperatura das Estrelas

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Nota de atualização — outubro de 2026: este texto foi revisado para esclarecer que a classificação das estrelas se baseia principalmente em seus espectros. As cores e temperaturas apresentadas são aproximadas; os limites variam conforme a subdivisão espectral usada. A cor de uma estrela está relacionada à temperatura de sua fotosfera — a camada de onde vem a maior parte da luz que observamos. Em geral, estrelas mais quentes parecem azuladas ou brancas, enquanto as mais frias tendem ao laranja ou ao vermelho. Astrônomos não classificam uma estrela apenas olhando sua cor. Eles analisam o espectro da luz, que contém informações sobre temperatura e outras propriedades. Uma sequência bastante usada divide as estrelas em sete classes principais: O, B, A, F, G, K e M, da mais quente para a mais fria. As cores são representações ilustrativas; a aparência pode variar conforme a imagem e o modo de observação. Classes espectrais e temperaturas aproximadas Cada classe...

Grandezas e Magnitudes

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Quando observamos o céu estrelado, uma das primeiras coisas que percebemos é que as estrelas possuem diferentes brilhos. Algumas chamam nossa atenção pela luz intensa, enquanto outras são tão pálidas que mal podemos identificá-las. Essa “diversidade sideral” chamou a atenção dos antigos gregos, onde teve origem o primeiro sistema de classificação das estrelas segundo seu brilho. Tudo começou a mais de 2.000 anos, quando um dos maiores astrônomos e matemáticos de toda a Antiguidade, o célebre Hiparco, agrupou todas as estrelas que conseguia ver a olho nu em seis categorias de brilho, que ele chamou de grandezas. Em seu sistema, um grupo com cerca 20 estrelas mais brilhantes – aquelas que primeiro surgiam após o pôr do Sol – foram classificadas como de 1ª grandeza. Em seguida, ele classificou as estrelas um pouco menos brilhantes como pertencentes à 2ª grandeza. E assim continuou, até aquelas que mal podia enxergar, e que Hiparco agrupou na 6ª grandeza. Naquela época se...

A primeira imagem da Sonda Juno

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No dia (24/06), em exatamente 9:57 e 48 segundos da manhã PDT, a nave espacial Juno da NASA chegou a  5,5 milhões de milhas (8,9 milhões de quilômetros) da sua quarta nomeação julho com Júpiter. Ao longo das últimas duas semanas, vários marcos ocorreram que foram chave para uma bem sucedida queimadura de 35 minutos do seu motor de foguete, que colocará o explorador robótico em uma órbita polar em torno do gigante gasoso. "Temos mais de cinco anos de experiência do voo espacial e apenas 10 dias para inserção na órbita de Júpiter", disse Rick Nybakken, gerente do projeto Juno do Jet Propulsion Laboratory da NASA em Pasadena, Califórnia. "É uma grande sensação de colocar todo o espaço interplanetário no espelho retrovisor e ter o maior planeta do sistema solar em nosso pára-brisa. " Em 11 de junho, Juno começou a transmitir para e receber dados a partir da Terra em torno do relógio. Este contato constante irá manter a equipe da missão informado sobre quaisquer dese...