Em 15 de junho de 2021, o Brasil assinou os Acordos Artemis, iniciativa internacional ligada à exploração civil e pacífica do espaço. A cerimônia ocorreu em Brasília, no Palácio do Planalto. O documento foi assinado pelo então ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes.
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| Marcos Pontes, astronauta brasileiro e então ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, em imagem de arquivo. |
O que são os Acordos Artemis?
Os Acordos Artemis estabelecem princípios para orientar a cooperação entre países na exploração civil e pacífica da Lua, de Marte, de cometas e de asteroides. Entre os temas abordados estão transparência, interoperabilidade entre sistemas, assistência em emergências, registro de objetos espaciais, divulgação de dados científicos e preservação de locais históricos no espaço.
Ao assinar o documento, o Brasil tornou-se o 12º país signatário e o primeiro da América do Sul, segundo a NASA. A adesão representou a participação brasileira nesse marco de princípios para a cooperação espacial; por si só, não garantiu ao país uma vaga em uma missão tripulada ou a participação em um pouso lunar.
Assinatura e declaração de intenção
A assinatura dos Acordos Artemis, em junho de 2021, foi diferente da declaração de intenção assinada em dezembro de 2020 pelo ministro Marcos Pontes e pelo então administrador da NASA, Jim Bridenstine. A NASA descreveu aquela declaração anterior como uma manifestação de interesse em uma possível cooperação no programa Artemis.
Em 2021, a NASA previa levar a primeira mulher e o próximo homem à superfície lunar em 2024. Essa era uma meta anunciada naquele momento, não uma obrigação assumida pelo Brasil ao assinar os Acordos Artemis.
Fontes:
